segunda-feira, 25 de março de 2013

Presença de estrangeiros no país

SR. DIRECTOR!

Venho por este meio pedir a V.excia a publicação deste artigo no Jornal que dirige.  Os momentos históricos que atravessamos marcam, na vida das sociedades do mundo, desconfortos, fraquezas, inseguranças e tendências de recuperação das posições antigas, através de ideologias políticas de providências. Neste sentido, todas as nações encontram-se submetidos numas crises que apenas os Deuses do mundo sabem, porque crise, na minha opinião, são uma mudança do comportamento, atitudes, normas e conduta até valores sociais, para uma melhor condição.

A intenção deste artigo tem características sociais centradas na política de imigração que Moçambique verifica dia após dia no seu aeroporto, em Maputo, ou em todas as fronteiras nacionais. Diariamente os mídias têm informado que os povos de diferentes cantos do mundo escalam Moçambique como alternativa para resolverem os seus problemas de desemprego nos seus países de origem devido à crise mundial e à procura de materiais e recursos naturais para exportarem para os seus países.
É verdade que Moçambique está a desenvolver. Mas, o seu desenvolvimento, na minha opinião, será um passo para mais um conflito social e económico em Moçambique. Um português ou nigeriano vindo de Portugal ou Nigéria em uma semana tem identidade moçambicana, terreno e DUAT nas nossas terras de herança, que medimos pelos olhos as dimensões, porque foi a nossa tradição cuidarmos da nossa terra.
Não concordo que, por exemplo, Portugal esteja em crise de maneira que o seu povo possa ter melhores condições e sucessos em Moçambique. Nesta minha maneira de ver, trata-se de uma perspectiva que representa para o governo um desafio, talvez tão difícil do que quando procurava o caminho para a independência, porque agora os que procuram independência, não será fácil distingui-los. Neste ponto, é muito importante analisar essa politica de um país capitalista pobre, com a política da crise e imigração massiva dos cidadãos estrangeiros.
Hoje há crise e não sabemos as suas origens e características. Entretanto, vimos alguns países europeus e asiáticos a progredir e evoluir a partir de países africanos, promovendo corrupção passiva (compra de influencias), a exportar recursos naturais sem contribuição fiscal de saída dos mesmos países, e, ao mesmo tempo vimos os países da Europa em crise.
O que significa perder o controlo de uma terra com recursos naturais valiosos, vale tudo. O estudo da história ajuda a entender que os mesmos podem ser amigos hoje, mas com o poder cuidado meus compatriotas. E, no dia que começarmos a exigir… haverá, sem dúvidas, problemas do poder. Notícias

  • SÉRGIO MATCHE

1 comentário:

  1. Em algum momento a presenca estrangeira pode nos a judar a desenvolver e a interagir com outros povos, mas desta fora exagerada , deixa muito a desejar,
    Estamos a atravessar uma crise culturat e de compatriotismo, quando damos mais valor e oportunidades aos estrangeuros do que ao nosso irmao Mocambicano.

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