Cada um de nós tem pai e mãe, os quais amamos e nos orgulhamos por os ter ainda vivos, para os que ainda têm essa sorte. Não ter um destes membros da família é um grande vazio. Alguns dos pais orgulham-se por ter os filhos que têm, pois aí reside a sua satisfação, a ajuda mútua, o alargamento da família que se acresce quando um deles forma o seu lar, transita de uma classe para a outra, etc.
Mais tarde, o filho conheceu uma namorada e a trouxe para casa onde juntos partilham o mesmo quintal com os pais. A chegada da nora foi uma maravilha no início, pois colaborava com os sogros.
Passado algum tempo, a nora deixou de colaborar com os sogros, chegando a proibir o marido de colaborar com os pais. Estranhamente, o marido, o filho da casa, foi convencido pela sua esposa, em parte pelo amor que os dois têm um pelo outro, a aceitar a ideia de não se aproximar dos seus próprios pais.
Neste amor dos dois nasceu uma criança que dá alegria ao casal. Meses depois de ter nascido a neta, a nora iniciou a sua obra, agrediu a sogra, tendo-lhe causado lesões no corpo que fizeram com que a sogra ficasse deficiente.
O sofrimento instalou-se no seio dos pais que dia após dia são insultados e desprezados pela nora. Coitada da neta, pois é a pessoa mais nova da casa e que nem sabe de nada. Os sogros são idosos e não gozam de boa saúde.
Então, como vai ficar a neta?
O pai da casa não percebe porquê o seu filho repentinamente está contra eles. Diariamente lamenta, não tem sossego, pois a sua mulher está doente e o seu filho já não lhe quer ajudar, até ameaça vender a casa dos seus pais.
Agora o próprio pai está muito doente, por isso já não sai da cama. O filho nem se preocup em levá-lo ao posto de saúde mais próximo.
Que comportamento tomou conta daquele rapaz? Será que foi o amor que lhe fez perder o juízo? Que pena para os dois velhos (a mãe e o pai) sofredores! Notícias
- Lopes Muapenta
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