Segundo o site da publicação portuguesa Visão, o académico
moçambicano Lourenço do Rosário, mediador do diálogo entre a FRELIMO E A
RENAMO considerou que a FRELIMO devia ter travado o "ódio racista"
contra o constitucionalista Gilles Cistac, assassinado no dia 3 de Março em Maputo.
"O meu partido, quando dio meu partido sabem a que partido me refiro,
porque sou da FRELIMO, devia ter parado com o ódio racista que se
incentivou contra o professor Gilles Cistac", disse Rosário, que é
também reitor da Universidade Politécnica, numa declaração de sapiência
de abertura do ano lectivo neste estabelecimento.
Lourenço do Rosário afirmou ainda que há moralmente uma relação de
causa-efeito entre os comentários negativos feitos por analistas
políticos afectos à FRELIMO e a morte do constitucionalista Gilles
Cistac, de origem francesa, adiantando ainda que o jurista terá sido
assassinado pelos seus posicionamentos públicos. Voz da América
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