quarta-feira, 23 de março de 2016

Deflorestação em Moçambique a ritmo acelerado

Organizações internacionais tentam inverter a situação.

Moçambique perde-se anualmente cerca de 129 mil hectares de florestas num país onde existem mais de mil operadores, grande parte dos quais a exercer a actividade sem seguir as regras de gestão sustentável dos recursos florestais.
Algumas organizações internacionais tentam inverter esse cenário.
O Banco Mundial  está a tentar mobilizar cerca de 44 milhões de dólares americanos para investir no sector, por um período de cinco anos.
Os níveis de desmatamento e da perda de florestas em Moçambique são altos e as repercussões nas mudanças climáticas já são visíveis.
Rito Mabunda, dos escritórios do Fundo Mundial para a Natureza (WWF), em Moçambique, diz que os dados estatísticos assustam.

Não raras vezes, os chineses são apontados como sendo os principais responsáveis pelo corte desenfreado e ilegal de madeira, em Moçambique.

Mabunda diz que a culpa é dos próprios moçambicanos.

Para travar os desmandos que se verificam, o Governo moçambicano adoptou uma série de medidas que vão desde a monitoria regular dos operadores até à promoção do processamento da madeira.
O WWF está a contribuir para a preservação das florestas, disponibilizando ao sector apoio técnico e financeiro, que, este ano, está valorizado em cerca de um milhão e 200  mil dólares americanos.
Também o Banco Mundial tem estado a ajudar com apoio à reforma da legislação do sector florestal, ao processo de redução de emissões de carbono, devido ao desmatamento e degradação florestal, e apoio também às áreas de conservação. Voz da América

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