sexta-feira, 27 de maio de 2016

Grupo britânico quer vender mina de ouro em Moçambique

A empresa mineira britânica Xtract Resources anunciou a intenção de vender a mina de ouro que possui na província de Manica, centro de Moçambique, por 17,5 milhões de dólares (15,6 milhões de euros).

Maputo - A empresa mineira britânica Xtract Resources anunciou a intenção de vender a mina de ouro que possui na província de Manica, centro de Moçambique, por 17,5 milhões de dólares (15,6 milhões de euros).
A empresa revelou, em comunicado, que está em negociações com a Nexus Capital Limited e a Mineral Technologies International para a cedência da totalidade da licença de exploração de ouro em Manica, informa a agência Lusa.
"A companhia tem vindo a explorar opções de financiamento do projeto para Manica e ficou claro a partir deste processo a exigência de capital significativo, aproximadamente 35 milhões de dólares (31,3 milhões de euros), em custos de arranque", justifica a Xtraxt Resources, observando que o empreendimento não está isento de riscos, nomeadamente para os seus acionistas.
Segundo a empresa, um estudo de viabilidade deverá ficar concluído até ao fim de junho e o arranque da construção da mina está previsto até ao final do ano.
A primeira produção da mina é esperada no terceiro trimestre deste ano nos depósitos de ouro de aluvião, mas os depósitos em material rochoso só deverão ter resultados no final de 2017.
A mineira britânica Xtract Resources anunciou no início de maio que as reservas de ouro na concessão de Manica aumentaram 36 por cento.
Segundo o comunicado, aquele valor representa um aumento para 35,6 toneladas, numa proporção de um grama de ouro por tonelada.
Os valores constam de um estudo técnico interno, que, segundo a Xtract Resources, é parte essencial do Estudo de Viabilidade Económica (BFS, na sigla em inglês) no projeto de Manica.
Antes disso, em março, a empresa reviu em alta a estimativa de lucros provenientes da concessão, avaliando-a em 245 milhões de dólares (214 milhões de euros) para os próximos 12 anos, face a estimativas anteriores de 130 milhões de dólares. África 21

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